"A vida é a arte do encontro embora haja tanto desencontro na vida."
Parece que eu desaprendi totalmente como escrever. Ou na verdade, eu nunca soube - esta, não aquela, é a mais provável das duas hipóteses.
Minhas linhas estão cada vez mais difíceis, de tal forma que as palavras saem tortas e meu português anda brigado com acentos, vírgulas, travessões e até com os simples pingos de letras tão simples que estão fugindo de mim. Todos estão fugindo. Parecem querer manter minha página em branco. Mas o que nenhuma letra ou frase ou palavra conseguiu entender ainda é que não há página em branco depois de tantas coisas ditas e feitas. Não há como apagar. Da mesma forma do rio, o livro nunca mais será o mesmo. Nem eu.
- 23/10/2009
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