Em meio a um universo imensurável, eu vejo o mundo da janela do meu quarto.
Só assim posso conter em mim toda sorte de “visão romântica” e idealista. Posso abandonar a razão e viver a minha, somente minha, realidade inventada.
Da minha janela vejo o mundo gritar ! Vejo um jardim que esconde os segredos da Lua … Vejo o inverno e sinto a neve. Da minha janela observo a vida que corre pelas ruas e vira a esquina, envolvendo o mundo na ciranda louca das emoções.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância.
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